
Um grave acidente envolvendo um caminhão boiadeiro e uma carreta interrompeu o tráfego nos dois sentidos da BR-364, na tarde desta sexta-feira, 18 de setembro, na região do Riozinho, perto de Cacoal (RO). O motorista do caminhão ficou preso às ferragens e precisou ser resgatado.
Equipes do Corpo de Bombeiros e da concessionária Nova 364 atuaram no atendimento à ocorrência e no resgate do condutor.
Até o momento da publicação, não havia informações confirmadas sobre a dinâmica da colisão nem sobre o estado de saúde do motorista. As circunstâncias do acidente devem ser apuradas.
A interdição da rodovia provocou impacto no trânsito e exigiu atenção redobrada dos motoristas que trafegavam pelo trecho.
O jornal eletrônico O Minuto Notícia se baseou em fontes públicas e no material recém-chegado a redação para produzir um levantamento preliminar sobre os últimos acidentes na principal rodovia federal de Rondonia, mas não é possível afirmar que o número representa todos os acidentes ocorridos no trecho entre Vilhena e Porto Velho.
De acordo com o que apurou a redação, ao menos três acidentes relevantes na BR-364, no trecho entre Vilhena e Porto Velho, nos últimos 30 dias, considerando o período de 20 de agosto a 18 de setembro de 2026. As ocorrências deixaram pelo menos cinco mortos, além de feridos e interrupções no tráfego.
O número é parcial, porque não foram localizados, até o momento, dados oficiais consolidados que apresentem todos os sinistros registrados no trecho durante o período, com separação por município, gravidade, vítimas e danos materiais. A Nova 364, Concessionária que administra a rodovia, não confirmou os dados.
Colisão deixa cinco mortos em Ouro Preto do Oeste

A batida ocorreu nas proximidades do Morro Chico Mendes. Conforme informações divulgadas pelo Corpo de Bombeiros, quatro vítimas ficaram presas às ferragens e morreram no local.
Uma câmera registrou o momento em que a carreta teria tentado realizar uma ultrapassagem antes da colisão frontal. A dinâmica do acidente foi apresentada pelas autoridades e pela reportagem, mas eventuais responsabilidades devem ser apuradas pelos órgãos competentes.
Tombamento bloqueia a rodovia no sentido Vilhena
Em 13 de setembro, um tombamento foi registrado no km 82 da BR-364, no sentido Vilhena. A ocorrência provocou a interrupção total da pista na região. O jornal OMN não conseguiu imagens desse acidente.
Equipes operacionais foram mobilizadas para atender o acidente e liberar o trecho. As informações publicadas não indicaram mortes, nem detalharam o número de feridos.
Caminhão boiadeiro e carreta se envolvem em acidente perto de Cacoal

Na tarde de 18 de setembro, um caminhão boiadeiro e uma carreta se envolveram em um acidente na região do Riozinho, perto de Cacoal.
O motorista do caminhão ficou preso às ferragens e precisou ser resgatado pelo Corpo de Bombeiros e pela concessionária Nova 364. O tráfego foi interrompido nos dois sentidos da BR-364.
Até a atualização do levantamento, não havia informações confirmadas sobre a dinâmica da colisão nem sobre o estado de saúde do condutor.
Dados divulgados pela Polícia Rodoviária Federal e reproduzidos pelo o OMN indicam que a BR-364 registrou 895 acidentes, mais de mil feridos e 53 mortes nos primeiros sete meses de 2026 em Rondônia. A Nova 364 também não confirmou estes dados.
A redação ainda buscou dados e informou em 2026 que 19 pessoas morreram em acidentes na rodovia entre 1º e 27 de agosto. O número é exponencial. Entretanto, esses dados também não foram confirmados pela concessionária.
A BR-364 possui aproximadamente 686,7 quilômetros administrados pela concessionária Nova 364 entre Porto Velho e Vilhena. O trecho concentra fluxo intenso de veículos pesados e registra ocorrências de colisões frontais, tombamentos, saídas de pista e acidentes durante ultrapassagens, todos os dias.
O levantamento do jornal eletrônico O Minuto Notícia aponta, com segurança editorial, ao menos três acidentes relevantes noticiados no período, com cinco mortes confirmadas. O número total de acidentes, feridos e vítimas fatais pode ser maior, já que a concessionária não confirma e nem divulga dados dos acidentes.
Nelson Salles da Redação
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