
Uma testemunha do assassinato registrado no início da tarde desta segunda-feira, 26, que teve como vítima o caminhoneiro Valdine Martins Freire. Conhecido como “Dinei”, ele tinha 54 anos e foi atingido por vários tiros quando já estava caído.
A testemunha contou que tem um escritório no posto, que está desativado desde o ano passado. Após escutar o primeiro disparo, ele desceu e viu o assassino descarregar o revólver calibre .38 contra a vítima no solo.
Ainda conforme informações, o homem responsável pelo crime estaria de calça jeans, camiseta branca, capacete escuro com viseira transparente e usando uma motocicleta Honda CG 150 de cor vermelha.
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A DINÂMICA DO CRIME
O mesmo homem visto cometendo o crime já havia sido notado desde o período da manhã, olhando desconfiado o caminhão da vítima. Aliás, no momento em que foi atacado, Dinei estava descansando na cabine do veículo.
O primeiro tiro entrou pela sola do pé dele, que tentou correr, mas caiu e foi morto ao lado do carro da testemunha.
DISCUSSÃO
Há um áudio gravado por um vizinho do motorista, no qual é revelado um episódio que pode ter levado ao assassinato: horas antes de ser executado, o caminhoneiro mandou um áudio para ele, dizendo que um homem o havia procurado querendo contratar um frete.
Na gravação, Valdine conta que o interessado no serviço queria que ele fosse com o caminhão até uma estrada nas proximidades de uma plantação de eucaliptos que fica a cerca de 30 km da cidade, sentido Porto Velho.
O “freteiro” teria recusado o trabalho e discutido com o motociclista, que foi embora e já voltou armado. Ainda não se sabe se a reação do assassino foi por causa da discussão (Dinei era correto e trabalhador, mas considerado “pavio curto”), ou se ele tinha a intenção de levar a vítima até o local isolado e ali cometer o crime que acabou levando a cabo em local público, e depois fugindo na motocicleta com impressionante calma, deixando o corpo no chão.
CÂMERAS
A testemunha que conversou com a reportagem disse que existem quatro câmeras de monitoramento espalhadas no entorno do posto, e que podem ter registrado o ataque letal, mas ainda não se sabe se elas estão funcionando, já que o estabelecimento está desativado há mais de seis meses.
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As informações são do Folha do Sul Online