
Um ataque a tiros registrado nas proximidades da Escola Oswaldo Piana, no bairro Nacional, em Porto Velho (RO), resultou na morte de um jovem e deixou outro gravemente ferido. O caso é tratado pela Polícia Civil como homicídio consumado e tentativa de homicídio.
A ocorrência foi registrada após equipes da Força Tática do 1º Batalhão da Polícia Militar serem acionadas pela Central de Operações para atender denúncias de disparos de arma de fogo na Rua do Canil. A guarnição era composta pelo sargento Murdinei, cabo Antiaga, cabo Enkrauser e cabo Crispim.
Quando os policiais chegaram ao local, foram informados de que duas pessoas haviam sido baleadas, porém já tinham sido socorridas. Uma das vítimas foi levada pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), enquanto a outra foi encaminhada por familiares em um veículo particular.
De acordo com as primeiras informações colhidas pela polícia, as vítimas estavam conversando na rua quando dois indivíduos chegaram em uma motocicleta Honda Titan de cor preta. O carona teria descido da moto e iniciado os disparos.
Imagens de câmeras de segurança registraram o momento do ataque. Um dos rapazes caiu ferido logo após os primeiros tiros. O outro tentou fugir correndo, mas foi perseguido pelo atirador, que continuou efetuando disparos antes de retornar para a motocicleta e fugir do local com o comparsa.
Um dos baleados, identificado como Tainã Vitor Nascimento da Silva, foi levado a uma unidade de saúde, mas não resistiu aos ferimentos e morreu após dar entrada para atendimento.
A segunda vítima foi transferida para outra unidade hospitalar e segue recebendo atendimento médico. O estado de saúde não foi oficialmente divulgado.

Equipes da Polícia Civil foram acionadas e a Delegacia Especializada em Repressão a Crimes Contra a Vida (DERCCV) assumiu as investigações. Até o momento, não há informações sobre a identidade dos suspeitos.
No local do crime, moradores demonstraram receio em prestar informações, cenário que costuma dificultar o avanço inicial das investigações, enquanto a chamada “lei do silêncio” ainda prevalece em muitos casos de violência urbana.
A polícia trabalha agora com imagens de câmeras de segurança e outras diligências para identificar os autores do ataque e esclarecer a motivação do crime.