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BR-364: Entre o “para e siga” e a paciência no limite, motoristas enfrentam rotina de atrasos e paliativos

Trechos com obras e intervenções provocam longas filas e levantam críticas sobre a efetividade dos serviços realizados pela concessionária

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Serviços apenas paliativos e bloqueiam pistas provocando congestionamentos

A realidade de quem precisa trafegar pela BR-364, principal corredor logístico de Rondônia, tem sido marcada por longas esperas, lentidão e intervenções que, na prática, pouco alteram a qualidade da via.

Na manhã desta quinta-feira, 9 de abril, o apresentador Nelson Salles, do programa Comando na TV, registrou, durante deslocamento rumo a Ji-Paraná (RO), uma sequência de pontos com sistema de “para e siga”, formando extensas filas nos dois sentidos da rodovia.

Segundo o relato do profissional de comunicação, o tempo de viagem precisou ser ampliado em até três horas para garantir o cumprimento de um compromisso previamente agendado, evidenciando o impacto direto das intervenções na rotina de quem depende da estrada.

Em diversos trechos, trabalhadores e maquinários estavam presentes, porém executando serviços considerados superficiais, como remendos no asfalto, o que não é o esperado, já que a rodovia foi terceirizada e o pedágio é cobrado.

A percepção de que as melhorias estruturais ainda não acompanham o volume de arrecadação e a importância da rodovia tem gerado questionamentos.

Motoristas relatam que, apesar da presença ostensiva de equipes e da visibilidade das ações, os resultados concretos ainda são limitados, mantendo problemas antigos como irregularidades no pavimento e registros frequentes de acidentes.

Outro ponto que também entra no radar das críticas é a promessa de melhorias complementares, como ampliação de conectividade e serviços ao longo da rodovia, que, segundo usuários, ainda não se materializaram de forma perceptível.

Enquanto isso, a BR-364 segue como um retrato de contrastes: essencial para o escoamento da produção e integração regional, mas ainda distante de oferecer a fluidez e a infraestrutura compatíveis com sua relevância econômica e social.





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