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Cenário político começa a se definir no Cone Sul de Rondônia; Fúria de vice?!

Aliança articula nomes para Governo e Senado enquanto bastidores revelam disputas internas e movimentos estratégicos rumo a 2026

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Cenário político começa a se definir no Cone Sul de Rondônia; Fúria de vice?!

Uma articulação política envolvendo prefeitos do Cone Sul de Rondônia, começa a desenhar, com maior nitidez, o tabuleiro eleitoral para as eleições estaduais.

Após reunião realizada em um hotel no município de Vilhena (RO), na última semana, sete prefeitos da região teriam “batido o martelo” quanto aos nomes que deverão apoiar na disputa pelo Governo do Estado e pelo Senado Federal. A noticia saiu no Folha do Sul Online.

As informações dão conta de que o grupo optou por aderir ao nome do senador Marcos Rogério (PL) como pré-candidato ao Governo de Rondônia, por ver mais maturidade política nas ações do senador.

Para o Senado, a escolha recaiu sobre a deputada federal Sílvia Cristina (PP), consolidando uma aliança que reúne diferentes correntes partidárias em torno de um projeto comum.

O bloco político é heterogêneo e composto por lideranças de distintas siglas. Integram o grupo três prefeitos do União Brasil, representando os municípios de Cerejeiras, Corumbiara e Pimenteiras. Também participam um prefeito do MDB, de Cabixi; um do PL, de Colorado do Oeste; um do PP, de Chupinguaia; além do prefeito de Vilhena, filiado ao Podemos.

Nos bastidores, no entanto, o cenário está longe de ser pacificado. O prefeito de Vilhena, Flori Cordeiro, que chegou a ser cogitado como possível nome ao Governo, teria optado por trilhar um caminho mais independente.

A movimentação ocorre em meio a uma estratégia atribuída ao prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, que, segundo informações de bastidores, teria incentivado uma espécie de “disputa interna” dentro do próprio grupo político, colocando nomes distintos na arena eleitoral.

Outro ponto que chama atenção envolve o prefeito de Cacoal, Adailton Fúria (PSD). Informações indicam que há articulações para que ele componha como vice em uma eventual chapa, enquanto se prepara para anunciar sua pré-candidatura ao Governo do Estado, o que deve ocorrer nos próximos dias, mediante renúncia ao cargo.

Já na capital, o cenário apresenta riscos políticos. Léo Moraes pode enfrentar desgaste caso a composição que vem sendo construída não resulte na eleição de representantes federais.

A direção nacional do Podemos, partido ao qual é filiado, estabeleceu como prioridade a garantia de pelo menos uma cadeira de Rondônia no Congresso Nacional, o que aumenta a pressão sobre as articulações locais.

Diante desse cenário, a política rondoniense segue em ritmo acelerado, com alianças sendo firmadas, reavaliadas e, por vezes, tensionadas — um indicativo claro de que a corrida eleitoral já começou, ainda que oficialmente distante do calendário das urnas.


Da Redação O Minuto Notícia – Informação é Poder!


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