
A Polícia Civil identificou o principal suspeito de assassinar Francismar Gomes Rocha, morto a tiros no último fim de semana, em Cacoal (RO). O investigado, conhecido como “Magrão”, teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e permanece foragido.
As informações foram confirmadas pela delegada Érica Demarchi, responsável pelas investigações através da Delegacia de Homicídios. Segundo ela, a apuração preliminar indica que o crime teria sido motivado por um desentendimento ocorrido horas antes do crime, como noticiou o Minuto Notícia.
Conforme o relato apresentado à polícia, Francismar teria procurado o suspeito para pedir que ele interrompesse uma suposta situação de violência doméstica praticada contra uma mulher conhecida da vítima. Durante a abordagem, os dois teriam discutido.
Já ao amanhecer, Francismar estava em frente à própria residência e se preparava para guardar um veículo quando foi surpreendido pelo investigado.
De acordo com a delegada, o suspeito teria efetuado inicialmente dois disparos à distância. Após a vítima cair, ele teria se aproximado e realizado novos disparos contra a região da cabeça.
A autoridade policial afirmou que as circunstâncias indicam uma ação executada com a intenção específica de matar.
O homicídio foi presenciado por familiares de Francismar, que, segundo a investigação, ficaram profundamente abalados e temerosos após o episódio.
A Polícia Civil conseguiu identificar o principal investigado ainda no mesmo dia do crime. Diante da gravidade dos fatos e da informação de que ele estaria foragido, a autoridade policial representou pela prisão preventiva.

O pedido foi analisado e deferido pelo Poder Judiciário, resultando na expedição de um mandado de prisão que permanece em aberto.
Segundo a delegada Érica, o suspeito é considerado perigoso e já é investigado por outro crime contra a vida. Esse segundo inquérito, entretanto, ainda não foi concluído.
A polícia segue realizando diligências para localizar e prender o investigado. Caso ele decida se entregar, poderá procurar qualquer unidade policial, onde será cumprido o mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.
Informações que possam contribuir para a localização do suspeito podem ser repassadas à Polícia Civil pelo telefone 197 ou à Polícia Militar pelo número 190.
A população não deve tentar abordar o investigado. A orientação é comunicar imediatamente às forças de segurança qualquer informação sobre o paradeiro dele.
O caso continua sendo apurado pela Polícia Civil. O investigado terá assegurados o contraditório, a ampla defesa e a presunção de inocência durante o andamento do processo.
Nelson Salles da Redação O Minuto Notícia – Informação é Poder!