
Uma tentativa ousada, terminou com duas pessoas detidas no sistema prisional da capital. Uma adolescente de 17 anos e uma mulher de 27 anos foram flagradas ao tentar entrar com drogas escondidas no próprio corpo no presídio 603, em Porto Velho (RO).
De acordo com as informações apuradas, ambas transportavam entorpecentes no estômago. O objetivo era claro: fazer a entrega do material ilícito aos respectivos companheiros, atualmente custodiados na unidade prisional.
O plano, no entanto, esbarrou na tecnologia. Ao passarem pelo scanner corporal — equipamento cada vez mais comum nas unidades prisionais — foram identificadas imagens suspeitas. O exame apontou a presença de substâncias incompatíveis com o organismo humano, levantando o alerta imediato das equipes de segurança.

Diante da constatação, a adolescente foi apreendida, conforme prevê a legislação, enquanto a mulher de 27 anos recebeu voz de prisão em flagrante e deverá responder por tráfico de drogas.
O caso segue agora sob investigação da Polícia Civil, que busca aprofundar a apuração sobre a origem do entorpecente e possíveis conexões com o crime organizado dentro e fora do sistema prisional.
A cena, que já se repete com certa frequência no país, evidencia um problema persistente: a tentativa de burlar a segurança penitenciária por meios cada vez mais arriscados — e, como se vê, nem sempre eficazes.

Nelson Salles da Redação O Minuto Notícia – Informação é Poder!