MENU

Estudante de Jaru é classificada para Olimpíada Internacional de Química

Camily Vitória Batista Ramos é a primeira aluna de JARU a garantir vaga na seletiva para competição mundial, com curso preparatório na Unicamp e chance de disputar final em três países.

Compartilhar:
1773353289_0ab01f651a18b726477c.jpg
Estudante do CTPM XIII em Jaru faz história e é classificada para Olimpíada Internacional de Química.

Jaru (RO) – Um feito inédito coloca o nome de JARU-RO em destaque no cenário da educação brasileira e das competições científicas internacionais. A estudante Camily Vitória Batista Ramos, de 16 anos, aluna do 3º ano do Colégio Tiradentes da Polícia Militar de Rondônia (CTPM XIII) – Unidade Jaru, acaba de ser classificada para as seletivas da Olimpíada Internacional de Química (IChO), tornando-se a primeira aluna da rede pública de ensino do Estado a alcançar essa etapa da competição.

A trajetória de Camily até esse momento histórico começou a ser escrita ainda em 2024, quando ela conquistou medalha de bronze na Olimpíada Rondoniense de Química . O desempenho chamou a atenção da coordenação nacional da Olimpíada Brasileira de Química (OBQ), que a selecionou para representar o estado na fase de treinamento intensivo rumo à competição internacional.

O processo seletivo para a Olimpíada Internacional será composto por duas etapas rigorosas. Na primeira, a estudante participará de um curso preparatório online, com conteúdo avançado que abrange tópicos de química orgânica, inorgânica, físico-química e práticas laboratoriais. Caso seu desempenho seja satisfatório, Camily avançará para a segunda fase: um treinamento presencial de 15 dias na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, com todas as despesas pagas pela organização da olimpíada.

Se for aprovada nessa etapa decisiva, a jovem de Jaru integrará a delegação brasileira que disputará a final da competição internacional. O país-sede da edição deste ano ainda será definido pela organização global, mas as opções em negociação são Rússia, Canadá ou Turquia – três potências com tradição no ensino de ciências exatas.

O feito de Camily é ainda mais significativo quando se considera o contexto: ela é a primeira aluna oriunda de escola pública de JARU a chegar tão longe em uma competição de conhecimento desse porte. O Estado, que historicamente enfrenta desafios na educação básica, vê agora uma de suas jovens promessas científicas rompendo barreiras e colocando o nome da região no mapa das olimpíadas internacionais de química, ao lado de estudantes de países como Alemanha, Coreia do Sul e Estados Unidos.

Disciplina militar e dedicação: a fórmula do sucesso

Para a direção do CTPM XIII, a classificação de Camily não é fruto do acaso, mas sim da combinação entre a estrutura disciplinar oferecida pela escola militar, o empenho pessoal da aluna e o acompanhamento próximo de uma educadora dedicada.

“A rotina de estudos no colégio militar exige organização e foco. Nossos alunos aprendem desde cedo a valorizar a disciplina, o que é um diferencial competitivo em provas de alto nível como essa”, destacou a coordenação pedagógica da unidade.

Por trás da conquista, há também um nome fundamental: o da professora Fernanda de Paula Pretti, docente de química do CTPM XIII. Foi ela quem identificou o potencial de Camily ainda nas primeiras aulas e a incentivou a participar das olimpíadas científicas. A professora acompanhou a aluna em todas as etapas do processo, desde os treinos extracurriculares até o suporte emocional diante da pressão das seletivas.

“Quando vi o brilho nos olhos da Camily durante as aulas práticas de química, soube que ela tinha potencial para ir longe. É uma aluna curiosa, dedicada, que não se contenta com o básico. Meu papel foi apenas mostrar o caminho; a jornada ela está construindo sozinha”, emociona-se a professora Fernanda.

Camily Vitória Batista Ramos é a primeira aluna de JARU a garantir vaga na seletiva para competição mundial, com curso preparatório na Unicamp e chance de disputar final em três países

Jaru (RO) – Um feito inédito coloca o nome de JARU-RO em destaque no cenário da educação brasileira e das competições científicas internacionais. A estudante Camily Vitória Batista Ramos, de 16 anos, aluna do 3º ano do Colégio Tiradentes da Polícia Militar de Rondônia (CTPM XIII) – Unidade Jaru, acaba de ser classificada para as seletivas da Olimpíada Internacional de Química (IChO), tornando-se a primeira aluna da rede pública de ensino do Estado a alcançar essa etapa da competição.

A trajetória de Camily até esse momento histórico começou a ser escrita ainda em 2024, quando ela conquistou medalha de bronze na Olimpíada Rondoniense de Química . O desempenho chamou a atenção da coordenação nacional da Olimpíada Brasileira de Química (OBQ), que a selecionou para representar o estado na fase de treinamento intensivo rumo à competição internacional.

O processo seletivo para a Olimpíada Internacional será composto por duas etapas rigorosas. Na primeira, a estudante participará de um curso preparatório online, com conteúdo avançado que abrange tópicos de química orgânica, inorgânica, físico-química e práticas laboratoriais. Caso seu desempenho seja satisfatório, Camily avançará para a segunda fase: um treinamento presencial de 15 dias na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, com todas as despesas pagas pela organização da olimpíada.

Se for aprovada nessa etapa decisiva, a jovem de Jaru integrará a delegação brasileira que disputará a final da competição internacional. O país-sede da edição deste ano ainda será definido pela organização global, mas as opções em negociação são Rússia, Canadá ou Turquia – três potências com tradição no ensino de ciências exatas.

O feito de Camily é ainda mais significativo quando se considera o contexto: ela é a primeira aluna oriunda de escola pública de JARU a chegar tão longe em uma competição de conhecimento desse porte. O Estado, que historicamente enfrenta desafios na educação básica, vê agora uma de suas jovens promessas científicas rompendo barreiras e colocando o nome da região no mapa das olimpíadas internacionais de química, ao lado de estudantes de países como Alemanha, Coreia do Sul e Estados Unidos.

Disciplina militar e dedicação: a fórmula do sucesso

Para a direção do CTPM XIII, a classificação de Camily não é fruto do acaso, mas sim da combinação entre a estrutura disciplinar oferecida pela escola militar, o empenho pessoal da aluna e o acompanhamento próximo de uma educadora dedicada.

“A rotina de estudos no colégio militar exige organização e foco. Nossos alunos aprendem desde cedo a valorizar a disciplina, o que é um diferencial competitivo em provas de alto nível como essa”, destacou a coordenação pedagógica da unidade.
1773353407_81954d99aec8c592ca51.jpg
Aluna do CTPM XIII se destaca na Química

Por trás da conquista, há também um nome fundamental: o da professora Fernanda de Paula Pretti, docente de química do CTPM XIII. Foi ela quem identificou o potencial de Camily ainda nas primeiras aulas e a incentivou a participar das olimpíadas científicas. A professora acompanhou a aluna em todas as etapas do processo, desde os treinos extracurriculares até o suporte emocional diante da pressão das seletivas.

“Quando vi o brilho nos olhos da Camily durante as aulas práticas de química, soube que ela tinha potencial para ir longe. É uma aluna curiosa, dedicada, que não se contenta com o básico. Meu papel foi apenas mostrar o caminho; a jornada ela está construindo sozinha”, emociona-se a professora Fernanda.

Fonte: Anoticiamais

Junte-se ao Nosso Grupo! Receba notícias em primeira mão

Faça parte do nosso grupo WhatsApp.

Entrar Agora →