Cerca de 124,3 milhões de brasileiros devem consumir no período entre o Natal e Ano Novo, impulsionando comércio, shoppings e centros de compras em todo o país. Em Cacoal, a movimentação é a esperada.
As festividades de fim de ano, consolidaram como um dos períodos mais relevantes para a economia brasileira, reafirmando seu papel como principal motor do varejo nacional. A expectativa é de uma movimentação financeira de aproximadamente R$ 84,9 bilhões, segundo levantamento conjunto da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil. O levantamento foi feito antes do Natal.
De acordo com a pesquisa, cerca de 124,3 milhões de brasileiros pretendem realizar compras neste fim de ano, o que representa 76% da população adulta das capitais. O dado reforça o otimismo do setor e sinaliza um cenário de forte aquecimento do consumo, mesmo diante de desafios econômicos ainda presentes.
Em média, os consumidores afirmam que devem adquirir quatro presentes. Os filhos lideram a lista dos principais destinatários, citados por 58% dos entrevistados, seguidos pelas mães, com 46%, e pelos cônjuges, com 40%. O comportamento evidencia a centralidade da família nas decisões de compra durante o período das festividades, que em muitas famílias, entram janeiro a fora.
O setor de moda permanece soberano entre as preferências dos consumidores brasileiros. Roupas aparecem no topo do ranking dos itens mais procurados, com 52% das intenções de compra. Na sequência, figuram perfumes e cosméticos, com 36%, calçados e brinquedos, ambos com 30%, além de acessórios, que somam 22%.
Embora o comércio eletrônico projete um faturamento recorde de R$ 26 bilhões, as lojas físicas seguem como a escolha predominante de 75% dos consumidores.
Lojas de departamento e shoppings mantêm forte apelo, impulsionados pelo clima festivo, pela experiência de compra e pela possibilidade de o consumidor sair com o produto em mãos, fator ainda decisivo para grande parte do público.
O cenário confirma as festividades de final de ano, como um período estratégico não apenas para o varejo, mas para toda a cadeia econômica, fortalecendo empregos, serviços e a dinâmica do consumo no país.
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