MENU

Flávio Bolsonaro defende classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas

Senador fez declaração durante evento partidário em Rondônia e criticou postura do governo federal sobre o tema

Compartilhar:
1773657839_62c4fef2ca4692ee8964.jpg
Declaração foi feita durante evento em Ji-Paraná - Presentes aplaudiram muito o discurso de Bolsonaro

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como pré-candidato à Presidência da República, afirmou no sábado, dia 14 de março, que facções criminosas brasileiras como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho deveriam ser classificadas como organizações terroristas.

O evento contou com as participações do vereador cacoalense Amarilson Carvalho (PL) e sua esposa Gil Cardoso, presidente do PL Mulher – Relembre a notícia AQUI.

1773657923_a02d4c021319da3dffa5.jpg
Gil Cardoso ao lado de Flávio Bolsonaro em evento em Ji-Paraná

A declaração de Flávio Bolsonaro foi feita durante um evento partidário realizado em Ji-Paraná (RO). Em discurso a apoiadores, o parlamentar defendeu medidas mais duras contra o crime organizado e afirmou que as áreas dominadas por facções precisam ser “libertadas” da influência dessas organizações.

Segundo o senador, o reconhecimento dessas facções como grupos terroristas permitiria ampliar os mecanismos de combate ao crime e endurecer as punições. Ele também criticou a postura do governo federal sobre o tema.

O debate ganhou repercussão após sinalizações do governo dos Estados Unidos de que o país poderia reconhecer o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas internacionais. A possibilidade abriu discussões diplomáticas e jurídicas envolvendo a soberania brasileira.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é contrário à classificação, avaliando que a medida poderia abrir espaço para interferências externas em assuntos de segurança interna do Brasil.

Na última semana, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, tratou do assunto com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio. De acordo com informações divulgadas pela imprensa nacional, o chanceler brasileiro argumentou que os Estados Unidos não deveriam adotar a classificação.

Durante o evento, Flávio Bolsonaro também criticou a política de segurança do atual governo e afirmou que uma eventual gestão sob sua orientação adotaria postura mais rígida contra o crime organizado, defendendo penas mais severas para criminosos e endurecimento da legislação penal.



Da Redação O Minuto Notícia – Informação é Poder!


Junte-se ao Nosso Grupo! Receba notícias em primeira mão

Faça parte do nosso grupo WhatsApp.

Entrar Agora →