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HRC tem apenas um anestesista escalado para todo o mês de abril

Cacoal pode ter a saúde dos hospitais Regional e Heuro colapsada. Situação se agrava devido as mudanças em gestões estado a fora.

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HRC tem apenas um anestesista escalado para todo o mês de abril

A saúde pública gerida pelo Estado, em Cacoal, chegou a um ponto que já não permite mais silêncio, nem maquiagem institucional. O que se vê hoje é um cenário preocupante, para não dizer alarmante.

Estamos falando de uma região inteira — a chamada macro região 2 de Rondônia — com cerca de 34 municípios dependendo diretamente dos hospitais Heuro e Regional, que ficam em Cacoal.

E, mesmo assim, o Hospital Regional opera com apenas um anestesista escalado para todo o mês de abril.

Primeiro - Isso não é apenas detalhe técnico, isso é colapso anunciado.

Sem anestesista, não há cirurgia. Sem cirurgia, há dor, há espera, e, em muitos casos, há risco de morte.

E o problema não para por aí. Tanto o HEURO quanto o Hospital Regional enfrentam falta de cirurgiões, estrutura comprometida e sinais claros de gestão ineficiente.

O resultado? Pacientes aguardando, profissionais sobrecarregados e famílias vivendo a angústia de não saber quando — ou se — serão atendidas.

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Hospital HEURO de Cacoal

A pergunta que fica é inevitável: até quando?

Até quando uma região inteira vai depender de improviso? Até quando vidas vão ficar na fila enquanto a burocracia avança mais rápido que o atendimento? Quais os interesses envolvidos nisto?

Saúde pública não é favor. É obrigação do Estado. E o que está acontecendo em Cacoal exige resposta imediata, transparência e, acima de tudo, responsabilidade.

Porque, no fim das contas, não estamos falando de números. Estamos falando de pessoas.

Nelson Salim Salles

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