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Imposto sobre cigarro sobe para equilibrar custos com combustíveis

Medida busca equilibrar as contas públicas diante dos gastos com subsídios aos combustíveis.

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Governo aumenta alíquota do IPI sobre cigarros de 2,25% para 3,5% para bancar medidas voltadas ao biodiesel e querosene de aviação. (Foto: EFE/Víctor Casado)

O governo Lula (PT) anunciou nesta segunda-feira (6) o aumento da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre cigarros para compensar os subsídios aos combustíveis.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a arrecadação será utilizada para restituir a renúncia de receitas com a isenção do PIS/Cofins sobre o querosene de aviação (QAV) e o biodiesel.

A alíquota do IPI sobre cigarros subirá de 2,25% para 3,5%. Com isso, o preço mínimo da carteira deve passar de R$ 6,50 para R$ 7,50. O governo espera arrecadar cerca de R$ 1,2 bilhão nos próximos dois meses.

Mais cedo, a equipe econômica anunciou um pacote de medidas para conter a alta dos combustíveis em meio à incerteza gerada pela guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã.

Durigan afirmou que outras fontes de receita compensarão o custo das medidas para a União. Entre elas estão: o Imposto de Exportação de 12% sobre o petróleo anunciada em março; o aumento do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das empresas que vendem petróleo e as receitas de leilão de petróleo.

Por Camila Abrão


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