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Júri popular decide futuro de Lafaeti Rufino acusado de matar marido da ex em Cacoal

Fernando Martins de Oliveira foi morto a tiros pelas costas depois de discussão

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Júri popular decide futuro de Lafaeti Rufino acusado de matar marido da ex em Cacoal

O Tribunal do Júri de Cacoal será palco, nesta terça-feira, de um julgamento crucial que definirá o destino de Lafaeti Andrade Rufino, de 41 anos. Ele é réu no processo que apura a morte de Fernando Martins de Oliveira, de 39 anos, ocorrida em 26 de maio do ano passado. O crime, que chocou a comunidade local, teria sido motivado por uma discussão relacionada a mensagens enviadas à ex-esposa do acusado.

De acordo com as investigações, a tragédia teve início com um confronto direto entre os dois homens. A vítima, Fernando, abordou Lafaeti para pedir explicações sobre as mensagens que este teria enviado à sua companheira, que é a ex-mulher de Lafaeti. A discussão escalou rapidamente e se tornou física quando Fernando desferiu um soco no rosto de Lafaiete.

Em resposta à agressão, Lafaiete se dirigiu ao seu carro, pegou uma arma de fogo e disparou ao menos quatro vezes contra Fernando, que, segundo relatos, foi atingido pelas costas. Após os disparos, Lafaeti fugiu do local.

Fernando Martins foi prontamente socorrido pelo Corpo de Bombeiros e levado ao Hospital de Urgência e Emergência Regional de Cacoal (Heuro). Contudo, apesar do rápido atendimento, ele não resistiu aos ferimentos e faleceu logo após dar entrada na unidade hospitalar.

No início do processo, a principal linha de defesa de Lafaeti Rufino se baseou na legítima defesa. O réu alega que Fernando estaria armado e que, após ser agredido, temeu que a vítima estivesse entrando em sua residência para buscar a suposta arma. Sob esse pretexto, ele teria efetuado os disparos para se proteger. No entanto, a versão é contestada, já que testemunhas e a investigação apontam que os tiros teriam sido feitos pelas costas da vítima.

Lafaeti chegou a ser preso temporariamente, mas, em junho de 2024, a Justiça converteu a medida em prisão preventiva, garantindo que ele aguardasse o julgamento encarcerado.

O júri popular, composto por sete cidadãos, terá a responsabilidade de analisar todas as provas, depoimentos e argumentos da acusação e da defesa. A decisão final definirá se Lafaeti Rufino será condenado ou absolvido, encerrando um capítulo doloroso para as famílias envolvidas e para a comunidade de Cacoal. Da Redação O Minuto Notícia – Informação é Poder!

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