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Justiça pede penhora de bens e contas de Netinho de Paula

O apresentador foi condenado por danos morais e por improbidade administrativa, com relação ao período em que foi vereador de São Paulo

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O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu, em dois processos distintos, pela penhora de bens e contas do cantor e apresentador Netinho de Paula . Ambos os processos de cumprimento de sentença foram concluídos neste mês de junho, mas não estão relacionados um com o outro. O processo inicial foi aberto em 2002 por dano moral. Maria das Graças Cunha, que participou do programa Domingo da Gente , comandado na época por Netinho, disse que foi estimulada pelo apresentador a doar um rim para a irmã, apesar de não querer. Ela acabou perdendo o emprego antes mesmo de fazer a cirurgia e não pôde realizar um concurso em que estava inscrita. Na decisão deste processo, julgado inicialmente em 2003, o apresentador foi condenado a pagar R$ 15 mil em reparação por danos morais, com atualização monetária a partir de então. Agora, passados 20 anos, e após a tramitação de outras petições no processo, a Justiça pediu para que quaisquer ativos de Netinho de Paula, como consórcios, títulos de capitalização ou seguros de vida, sejam penhorados. Além disso, a Justiça pediu, no último dia 20, que o apresentador tenha a conta bancária penhorada. Neste caso, a tentativa é de ressarcir em R$ 193 mil os cofres públicos, já que o processo se refere a uma condenação de Netinho por improbidade administrativa. Em 2016, ele foi condenado por, durante seu mandato como vereador de São Paulo entre 2009 e 2012, ter realizado reembolso de recursos a partir da emissão de "notas frias". Na época da acusação, Netinho de Paula era vereador pelo PCdoB. Depois disso, ele chegou a ser secretário municipal da Promoção da Igualdade Racial durante a gestão de Fernando Haddad. O cantor ainda não se pronunciou sobre as decisões.

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