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Mistério e brutalidade marcam assassinato de mulher em Machadinho d’Oeste

Polícia Civil mantém investigação sob sigilo enquanto despedida de Poliana ocorre nesta quinta-feira, dia 20 de março, de 2026

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Vítima era filha de missionária e enteada de pastor. Corpo será velado na Metodista Wesleyana

A morte de Poliana Santos Oliveira, de 31 anos, segue envolta em mistério e revolta no município de Machadinho d’Oeste (RO). O corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Jaru, enquanto familiares e amigos se preparam para uma breve despedida marcada para a noite desta quinta-feira, dia 20 de março, de 2026, às 20 horas, no templo da Igreja Metodista Wesleyana.

O crime, descoberto na manhã de terça-feira, por um irmão da vítima, apresenta características que vão muito além de um simples delito patrimonial. A Polícia Civil de Rondônia conduz as investigações com máximo sigilo, evitando divulgar detalhes que possam comprometer a elucidação do caso.

Informações preliminares apontam que a residência não apresentava sinais típicos de arrombamento, o que levanta a hipótese de que o autor possuía algum tipo de acesso ao imóvel. Ainda que a motocicleta e o aparelho celular da vítima tenham sido levados, a dinâmica da ocorrência sugere uma ação violenta incompatível com um furto comum — afinal, dificilmente um criminoso interessado apenas em bens materiais agiria com tamanha fúria.

A perícia técnica da Polícia Técnico-Científica (Politec) esteve no local e realizou a coleta de vestígios que devem auxiliar na reconstrução dos fatos. Até o momento, os detalhes oficiais sobre a causa da morte permanecem restritos às autoridades.

Poliana trabalhava no Hospital Municipal de Machadinho d’Oeste, unidade administrada por empresa terceirizada. Sua morte causou forte comoção entre colegas de trabalho e moradores da cidade, que acompanham o caso com apreensão e crescente expectativa por respostas.

Filha da missionária Selma e enteada do pastor Wilson, Poliana mantinha vínculo com a comunidade religiosa local. Nas redes sociais, expressava uma fase de recomeço, com mensagens de fé e desenvolvimento pessoal, o que torna o episódio ainda mais impactante para quem a conhecia.

Enquanto a investigação avança, testemunhas seguem sendo ouvidas, e a Polícia Judiciária trabalha para esclarecer não apenas quem cometeu o crime, mas também a motivação por trás de um ato que chocou profundamente a população machadinhense.



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