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Morte de bebê de Chupinguaia em Cacoal, levanta suspeita de falha médica

Criança de 1 ano e 5 meses passou por atendimentos iniciais sem diagnóstico preciso e morreu após transferência para Cacoal

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A morte de Antony, deverá ser investigada após MP/RO ser acionado por advogado

Uma tragédia que poderia ter outro desfecho agora passa a ser alvo de investigação oficial em Rondônia. A morte do pequeno Anthony, de apenas 1 ano e 5 meses, já chegou ao Ministério Público e também será apurada pela Polícia Civil, levantando sérias suspeitas sobre possível falha na condução médica nos primeiros atendimentos.

O caso teve início entre os dias 8 e 9 de março, quando o menino começou a apresentar sintomas e foi levado para atendimento no distrito do Guaporé, em Chupinguaia (RO).

Segundo relatos de pessoas próximas à família, mesmo com sinais de alerta, como inchaço nos joelhos, o quadro teria sido tratado como algo comum do crescimento, com prescrição de medicação simples.

Horas depois, já em Chupinguaia, a criança voltou a ser atendida por outro profissional e, novamente, foi liberada para casa com medicação. No entanto, o estado de saúde do menino piorou rapidamente, obrigando a família a buscar novo atendimento.

Mesmo diante do agravamento do quadro — incluindo dificuldade para urinar —, inicialmente não teria sido identificada gravidade. Somente após a realização de exame de sangue foi constatada uma infecção severa.

A família, então, decidiu levar o bebê por conta própria até a UPA de Vilhena (RO). De lá, Anthony foi transferido para o Hospital Regional, onde, diante da gravidade, houve a necessidade de transferência para Cacoal (RO). Já na unidade hospitalar, a criança precisou ser entubada.

Apesar dos esforços, Anthony não resistiu e morreu na noite de sábado, dia 14 de março, no Hospital Regional de Cacoal. O atestado de óbito aponta pneumonia, artrite e falência renal como causas da morte.

Diante da sequência de atendimentos e da evolução do caso, a família denunciou o que considera “falha de conduta” por parte dos primeiros profissionais que atenderam a criança em Chupinguaia. Um advogado já foi contratado, e a intenção é buscar responsabilização na Justiça.

Agora, caberá às autoridades esclarecer se houve negligência, erro de avaliação ou falhas no protocolo médico — uma resposta que, embora não traga o pequeno Anthony de volta, pode evitar que histórias semelhantes se repitam.



Da Redação O Minuto Notícia – Informação é Poder!


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