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Mulher é indiciada por homicídio privilegiado após morte do marido em Cacoal, RO

Polícia Civil concluiu o inquérito e encaminhou o caso ao Ministério Público, que decidirá se oferece denúncia à Justiça.

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Adalto foi morto com um tiro de espingarda disparado pela esposa

A Polícia Civil concluiu oficialmente o inquérito que apurou a morte de Adalto da Paula, de 57 anos, ocorrida no fim de maio deste ano, em Cacoal (RO). A esposa da vítima foi formalmente indiciada pelo crime de homicídio privilegiado, modalidade prevista na legislação quando o ato é cometido sob domínio de violenta emoção, logo após injusta provocação da vítima.

Com a conclusão das investigações, o procedimento foi encaminhado ao Ministério Público de Rondônia, que agora analisará os elementos reunidos pela Polícia Civil para decidir se oferece ou não denúncia à Justiça. Caso a denúncia seja aceita pelo Poder Judiciário, o processo seguirá sua tramitação legal, podendo resultar em julgamento pelo Tribunal do Júri.

O caso ganhou grande repercussão na cidade devido às circunstâncias em que ocorreu. O crime foi registrado em uma residência localizada nas proximidades do conhecido Bar da Coxinha, em Cacoal.

Segundo as investigações, o episódio foi antecedido por uma discussão entre o casal. Durante o desentendimento, a mulher teria utilizado uma espingarda para efetuar um disparo que atingiu Adalto na região do tórax. O ferimento foi fatal, e a vítima morreu antes da chegada de atendimento médico.

Ainda de acordo com os autos da investigação, após o disparo, a suspeita deixou o local. Antes disso, ela teria ligado para a própria irmã relatando o ocorrido e informando que havia efetuado o disparo contra o marido.

A Polícia Civil iniciou imediatamente as diligências para esclarecer a dinâmica dos fatos e reunir provas relacionadas ao caso. Apesar da saída do local após o crime, a defesa da investigada informou que ela permaneceu à disposição das autoridades durante toda a apuração, colaborando com os esclarecimentos solicitados pelos investigadores.

Agora, caberá ao Ministério Público avaliar o conteúdo do inquérito policial e definir os próximos passos do caso na esfera judicial.



Nelson Salles da Redação O Minuto Notícia – Informação é Poder!


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