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Operação Vapor Sombrio prende dois por venda ilegal de cigarros eletrônicos perto de escola em Alvorada do Oeste

Subtítulo: Investigação nasceu de denúncias de pais e professores e encontrou centenas de vapes que tinham adolescentes como público preferencial

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Operação Vapor Sombrio prende dois por venda ilegal de cigarros eletrônicos perto de escola em Alvorada do Oeste

A manhã desta quarta-feira, dia 11 de fevereiro, de 2026, começou menos enevoada para quem insiste em transformar dependência em negócio nas proximidades de ambiente escolar. A Polícia Civil de Rondônia, por meio da 1ª Delegacia de Alvorada do Oeste (RO), deflagrou a Operação Vapor Sombrio e prendeu em flagrante dois indivíduos suspeitos de manter em depósito, para fins comerciais, cigarros eletrônicos — os populares “vapes”.

O ponto de partida da investigação não veio de laboratório mirabolante nem de bola de cristal. Partiu da comunidade. Pais e professores procuraram as autoridades e relataram o uso recorrente dos dispositivos por adolescentes dentro e nas imediações de escolas do município.

Com o avanço das diligências, os investigadores identificaram que um dos suspeitos operava um esquema de venda nas proximidades de uma unidade escolar, com direcionamento bastante específico: o público adolescente.

Munidos de elementos suficientes, os policiais cumpriram dois mandados de busca e apreensão. Durante a operação, cerca de 150 unidades de cigarros eletrônicos foram localizadas e retiradas de circulação. Um estoque respeitável para quem fingia não enxergar a legislação.

Os envolvidos foram autuados por contrabando, já que os produtos têm importação e comercialização proibidas no país, conforme regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A conduta, conforme a autoridade policial, também pode alcançar o artigo 334-A, §1º, inciso IV, do Código Penal, além do artigo 243 do Estatuto da Criança e do Adolescente.

A Polícia Civil ressalta que a Operação Vapor Sombrio integra um conjunto de medidas voltadas ao enfrentamento de práticas ilegais que impactam diretamente a saúde pública, especialmente quando o alvo preferencial são crianças e adolescentes.

As investigações seguem para identificar outros possíveis participantes do esquema.

A corporação reforça ainda que a colaboração da população continua sendo peça-chave. Informações podem ser repassadas de forma anônima pelo telefone 197.



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