
Marçal questionou a prorrogação por duas horas e criticou o fato de a decisão ter sido tomada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). “O TSE é o Tribunal Superior Eleitoral que tinha que tomar a decisão”, afirmou. Ele também declarou que, se o STF decidiu sem consultar o TSE, isso representaria, em sua avaliação, “o fim da Justiça Eleitoral”.
O ministro Cristiano Zanin, do STF, determinou que a votação fosse prorrogada até as 19h, no horário de Brasília, em todo o país, e atribuiu ao TSE o cumprimento da medida. A decisão atendeu a um pedido da coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que alegou dificuldades de deslocamento de eleitores por problemas no transporte público. Separadamente, a campanha de Flávio Bolsonaro pediu extensão do horário em 17 municípios, citando condições climáticas e bloqueios de vias.
A fala de Marçal expressa sua crítica à decisão. A extensão nacional, porém, não foi fundamentada oficialmente apenas em alagamentos ou em pedidos relacionados a duas cidades: a justificativa apresentada pela coligação de Lula mencionou problemas de transporte em diferentes localidades.
Nelson Salles da Redação
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