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PF combate extração ilegal de madeira em Terra Indígena no interior de Rondônia

Operação integrada identificou pontos de exploração irregular na Terra Indígena Rio Mequéns, em Parecis. Duas serrarias móveis, uma motocicleta e um acampamento utilizados na atividade ilícita foram inutilizados.

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Imagens de satélite ajudaram a localizar pontos de exploração

Uma operação integrada de combate à extração ilegal de madeira foi realizada nesta terça-feira, 25 de agosto, na Terra Indígena Rio Mequéns, localizada no município de Parecis (RO). A ação reuniu a Polícia Federal, Polícia Militar Ambiental, Força Nacional de Segurança Pública e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

De acordo com informações divulgadas pela Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia, a operação foi desencadeada após o trabalho de monitoramento indicar a existência de atividades de exploração irregular de recursos naturais dentro da área indígena.

As equipes utilizaram imagens de satélite para identificar pontos onde estaria ocorrendo exploração ilegal. Os locais estavam no interior da Terra Indígena e, segundo a PF, as atividades eram realizadas em desacordo com a legislação ambiental vigente.

A partir das informações levantadas, os agentes seguiram até os pontos identificados para realizar a fiscalização e interromper a atividade considerada ilícita.

Serraria rústica e improvisada no meio da mata

Durante a operação, foram localizadas e inutilizadas duas serrarias móveis, equipamentos que possibilitam o processamento de madeira diretamente nas áreas de extração.

Também foram inutilizados uma motocicleta e um acampamento que, conforme as autoridades, eram utilizados para dar suporte à atividade ilegal. Todo o material estava irregularmente instalado dentro da Terra Indígena Rio Mequéns.

A atuação conjunta dos órgãos de segurança e fiscalização busca impedir a retirada clandestina de recursos naturais e combater crimes ambientais praticados em áreas especialmente protegidas.

A Polícia Federal não informou, no comunicado divulgado, sobre prisões durante a operação ou a quantidade de madeira que teria sido extraída da região.



Nelson Salles da Redação

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