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Polícia convoca familiares de desaparecidos para coleta de DNA em Rondônia

A coleta não exige jejum e pode ser feita durante todo o ano.

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Polícia convoca familiares de desaparecidos para coleta de DNA em Rondônia

A Polícia Técnico-Científica de Rondônia (Politec-RO) está convocando familiares de pessoas desaparecidas para participar da Campanha Nacional de Coleta de DNA , realizada em todo o país entre 5 e 15 de agosto. A iniciativa busca ampliar o Banco Nacional de Perfis Genéticos, aumentando as chances de localização e identificação de pessoas desaparecidas.

Em Rondônia, a coleta é feita por profissionais especializados, de forma simples, rápida e indolor, utilizando cotonete estéril ou, em alguns casos, uma gota de sangue retirada do dedo. Embora a mobilização nacional tenha prazo definido, o procedimento pode ser realizado durante todo o ano em qualquer unidade da Politec no estado. Quem pode doar? O público-alvo são familiares que ainda não tenham fornecido material genético, com prioridade para parentes de primeiro grau — pai, mãe, filhos ou irmãos biológicos. Crianças também podem doar, desde que acompanhadas por um responsável legal. Documentos e informações necessárias: Documento de identidade com foto; Dados do boletim de ocorrência (número, estado e delegacia); Se possível, objetos pessoais da pessoa desaparecida que contenham vestígios de DNA, como escova de dente, dente de leite ou cordão umbilical. Locais de coleta em Rondônia: Porto Velho – Instituto de DNA Criminal da Politec, Av. Pinheiro Machado, 1858 – Bairro São Cristóvão; Ariquemes – Av. Tancredo Neves, esquina com Rua Novo Horizonte – Bairro Bela Vista; Jaru – Rua Raimundo Cantanhede, 836 – Setor II; Ji-Paraná – Rua 31 de Março, 1399 – Jardim Presidencial; São Miguel do Guaporé – Rua Gov. Jorge Teixeira, 611 – Bairro Novo Oriente; Rolim de Moura – Rua Rio Verde, 4678 – Centro; Cacoal – Av. Juscimeira, 215 – Bairro Novo Horizonte; Vilhena – Rua Luiz Maziero, 4650 – Jardim América – UNISP; Guajará-Mirim – Av. Duque de Caxias, 1720 – Bairro 10 de Abril. Após a coleta, o perfil genético é inserido no banco nacional e comparado com amostras de pessoas não identificadas no Brasil e, em alguns casos, até no exterior. Se houver coincidência, a Polícia Civil comunica a família e o perfil é excluído do sistema. A coleta não exige jejum e pode ser feita durante todo o ano. Da Redação O Minuto Notícia - Informação é Poder!

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