Será levada a júri popular, em data que ainda não foi marcada pela justiça, a recepcionista Raqueline Leme Machado, que junto com o então namorado, Maikon Sega Araújo, foi presa, acusada de envolvimento no assassinato do dentista Clei Bagattini, em Vilhena, no ano passado.
A execução do profissional liberal, dentro de sua clínica no centro da cidade, ganhou repercussão nacional, e autoridades de segurança pública de Rondônia atualizavam frequentemente o estágio em que se encontravam as investigações. Desde que o pistoleiro Maico Raimundo da Silva, que matou Bagattini e conseguiu fugir da cidade no mesmo dia, foi morto em confronto com a polícia, as informações sobre o caso pararam de chegar à imprensa. Até o momento, apesar do falatório na cidade, nenhuma declaração oficial aponta quem teria sido o mandante do homicídio, ou qual teria sido a motivação para a morte violenta da vítima, assassinada com vários tiros a queima-roupa, sem chance de defesa.
De acordo com informações, Raqueline, contrariando a orientação de seu advogado, não quis recorrer da decisão da justiça local, e argumentou que quer mesmo ir a julgamento, pois garante que é inocente e espera a oportunidade de provar isso. Como Maikon Sega, que também está preso, recorreu da “sentença de pronúncia” (decisão que determina o júri popular), apenas Raqueline se sentará no banco dos réus. A previsão é que o julgamento aconteça ainda este ano. Portanto, ela será condenada ou absolvida antes mesmo do mandante do assassinato, que ainda não foi sequer apontado pelas investigações do caso. As informações são do site de Vilhena, Folha do Sul Online. Leia Mais https://ominutonoticia.com.br/2024/12/michael-raimundo-da-silva-morre-em-confronto-com-a-policia-militar/ O Minuto Notícia – Informação é Poder!