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Professores de Cacoal iniciam greve por reivindicações salariais e de carreira

Escola Paulo Freire e Frei Caneca são as unicas com paralização parcial na capital do café

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Professores de Cacoal iniciam greve por reivindicações salariais e de carreira

Mais de 200 professores da rede estadual de ensino se reuniram na manhã desta quarta-feira (6) na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sintero) em Cacoal para iniciar uma greve por tempo indeterminado. A paralisação, que afeta a maioria das escolas estaduais da cidade, é a resposta da categoria à falta de avanço nas negociações com o Governo de Rondônia, que se estendem desde fevereiro.

Segundo o diretor do Sintero em Cacoal, Otoniel Braz, as tentativas de acordo com o governo não progrediram, apesar de um prazo de negociação ter sido estendido até 31 de julho. "O governo não apresentou uma proposta concreta para as nossas reivindicações, e a categoria, diante da falta de avanço, decidiu pela paralisação", afirmou Braz. Principais Reivindicações da Categoria As demandas dos professores são variadas, mas o sindicato destaca três pontos principais: Titulação da Carreira: A categoria exige a implementação da titulação da carreira, uma medida que está prevista no Plano Estadual de Educação desde 2014 e que garante a valorização profissional de acordo com a formação do servidor. Unificação da Carreira dos Técnicos: Os professores também reivindicam a unificação da carreira dos técnicos, buscando maior equidade e reconhecimento para esses profissionais. Concursos Públicos: A realização de concursos públicos é outra demanda central, visando preencher a lacuna de profissionais e garantir a qualidade do ensino nas escolas estaduais. A Secretaria de Educação do Estado de Rondônia (Seduc) informou que a adesão à greve é uma decisão individual de cada servidor. Apesar disso, a paralisação impactou significativamente a maioria das escolas estaduais em Cacoal. Escolas com adesão total: A maior parte das escolas estaduais da cidade aderiu totalmente à greve, paralisando todas as aulas. Adesão parcial: A Escola Paulo Freire, no bairro Teixeirão, registrou uma adesão parcial, com algumas turmas mantendo as atividades. A Escola Frei Caneca, no bairro Vilage do Sol, também manteve as aulas para as turmas do 6º ao 9º ano do ensino fundamental. Exceção nas zonas rurais: Na Escola Antônio Gonçalves Dias, as aulas foram paralisadas na cidade, mas as turmas de Ensino Médio com Mediação Tecnológica nas zonas rurais (linhas 9 e 21) continuam tendo aulas. No entanto, o restante das turmas de ensino médio na zona rural também aderiu à greve. A Seduc ressaltou que o cenário pode mudar, já que alguns professores podem alterar sua decisão e aderir ou retornar às atividades. O Sintero, por sua vez, aguarda uma nova rodada de negociações para definir os próximos passos do movimento grevista. Da Redação O Minuto Notícia – Informação é Poder!

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