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Propostas visam fortalecer sustentabilidade na pecuária brasileira

Propostas buscarão aumentar transparência na cadeia em termos de sustentabilidade e rastreabilidade.

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Objetivo é melhorar a rastreabilidade e práticas sustentáveis da cadeia de fornecimento da carne bovina — Foto: Feepik

O Ministério da Agricultura criou, nesta quinta-feira (26/3), um grupo de trabalho com a finalidade de criar propostas para aumentar a transparência na cadeia de fornecimento de carne bovina em termos de sustentabilidade e rastreabilidade.

A intenção é formular propostas voltadas à promoção da transparência, da integração de informações públicas e privadas, do uso de bases oficiais de dados e de ferramentas de rastreabilidade e práticas agropecuárias sustentáveis aplicáveis à cadeia de fornecimento de carne bovina.

O grupo de trabalho será formado por entidades como a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), além de representantes do ministério e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

O grupo deverá prospectar e avaliar critérios, parâmetros e prazos de políticas e iniciativas de rastreabilidade e práticas sustentáveis agropecuárias da cadeia de fornecimento da carne bovina. Caberá ao colegiado propor critérios para harmonizar as políticas e iniciativas do Ministério da Agricultura voltadas à rastreabilidade bovina e à produção agropecuária sustentável e as demais iniciativas e parâmetros de natureza técnica incidentes sobre a cadeia de fornecimento de carne bovina.

O grupo deverá promover a interlocução técnica entre o governo, o setor financeiro e o setor produtivo e propor soluções financeiras para o setor, "com ganhos de eficiência e sustentabilidade, alinhadas às políticas e iniciativas do Ministério da Agricultura", diz a portaria publicada no Diário Oficial da União.

O GT Carne Bovina Sustentável- Cadeia de Fornecimento terá o prazo de 90 dias, prorrogáveis por mais 30, para apresentar as propostas ao ministério.

Por Rafael Walendorff — Brasília




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