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Queda na Seduc expõe crise política e investigação sobre contratos milionários em Rondônia

Saída de Albaniza Batista de Oliveira ocorre após avanço de apurações do Ministério Público e atuação do Gaeco sobre possíveis irregularidades em licitações da Secretaria de Educação

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Queda na Seduc expõe crise política e investigação sobre contratos milionários em Rondônia

A saída de Albaniza Batista de Oliveira, do comando da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) de Rondônia não foi resultado de um gesto espontâneo nem de uma simples troca administrativa dentro do governo Marcos Rocha.

Nos bastidores do Palácio Rio Madeira, a queda da secretária foi interpretada como consequência direta de uma crise que vinha se aprofundando nas últimas semanas, impulsionada por denúncias, investigações e forte pressão institucional.

Fontes ligadas às apurações indicam que o governo estadual passou a enfrentar um cenário de crescente constrangimento político após o avanço de investigações conduzidas pelo Ministério Público, que miram contratos ligados à logística e à infraestrutura da rede pública de ensino.

Os procedimentos investigatórios apontariam possíveis irregularidades em processos licitatórios e suspeitas de superfaturamento em contratos emergenciais firmados pela pasta.

O clima dentro da secretaria teria se tornado ainda mais delicado após a atuação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), cuja presença nas dependências da Seduc reforçou a gravidade das apurações.

Nos corredores do poder, a leitura foi clara: a permanência da titular da pasta passava a representar desgaste político para o governo estadual.

Além das investigações, o isolamento político da então secretária também teria aumentado. Com o avanço das apurações, órgãos de controle passaram a concentrar atenção sobre os ordenadores de despesa e sobre os procedimentos administrativos adotados em contratações consideradas sensíveis pela investigação.

Embora o governo não tenha detalhado oficialmente os motivos da substituição, a mudança ocorre em meio a um ambiente de forte pressão institucional e expectativa sobre os próximos desdobramentos das investigações.

A Seduc é uma das pastas mais robustas do orçamento estadual, responsável pela gestão de bilhões de reais destinados à rede pública de ensino. Por isso, qualquer suspeita envolvendo contratos da área costuma gerar grande repercussão política e institucional.

Até o momento, as investigações seguem sob sigilo e não há confirmação pública de indiciamentos ou denúncias formais.



Da Redação O Minuto Notícia – Informação é Poder!


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