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Raiva em Tarilândia - 14 amostras têm resultado positivo e vacinação alcança 23 mil animais

Idaron acompanha propriedades na região de Jaru e Governador Jorge Teixeira; cerca de 516 propriedades já foram notificadas.

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Animal doente foi filmado por proprietário

O monitoramento de um foco de raiva dos herbívoros na região de Tarilândia, distrito de Jaru (RO), identificou resultado positivo em 14 das 16 amostras coletadas de animais com suspeita da doença. Segundo informações do médico-veterinário Gabriel Renne Lobo, da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron), uma amostra teve resultado negativo e outra ainda aguarda análise laboratorial.

As ações de bloqueio sanitário já resultaram na vacinação de aproximadamente 23 mil animais, entre bovinos, equinos, suínos, caprinos e ovinos. O acompanhamento também abrange propriedades na região de Governador Jorge Teixeira.

A Idaron atua em um raio de até 12 quilômetros das propriedades onde houve confirmação da doença. O trabalho envolve vigilância, orientação aos produtores, vacinação dos rebanhos e visitas técnicas. Cerca de 516 propriedades já foram notificadas pelas equipes.

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Gabriel Renne Lobo é veterinário do Idaron

De acordo com Gabriel Renne Lobo, a participação dos produtores é fundamental para interromper a circulação da raiva. Além da vacinação, a agência reforça a necessidade de comunicar imediatamente a existência de animais com sinais suspeitos.

A orientação da Idaron é que esses animais não sejam manipulados nem tenham contato com pessoas, devido ao risco de transmissão da doença. A agência também mantém atividades de educação sanitária para reforçar os cuidados nas propriedades.

Conforme as informações divulgadas, o atendimento a animais suspeitos e os exames laboratoriais são realizados sem custo para o produtor. A confirmação de um foco não significa, automaticamente, a interdição da propriedade ou o sacrifício do rebanho.

O controle da raiva dos herbívoros inclui ainda investigação epidemiológica e ações relacionadas aos morcegos hematófagos, que se alimentam de sangue e são apontados como os principais transmissores da doença aos animais de produção.





Nelson Salles da Redação

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