Porto Velho (RO) — Uma operação da Polícia Militar resultou em um confronto violento com integrantes da facção criminosa PCC na tarde desta quarta-feira (2), na região do Caí N’água, em Porto Velho. O embate terminou com sete suspeitos mortos, entre eles dois nomes conhecidos no mundo do crime: Alisson Maciao Carvalho, o “Menor Alisson”, e Yago Henrique Almeida dos Santos, conhecido como “CR7”.
Segundo informações obtidas pelo Portal de Rondônia, a troca de tiros teve início quando as equipes da PM foram recebidas a bala ao entrar na comunidade. Os policiais participavam de uma ação planejada na região, quando criminosos fortemente armados reagiram à presença das forças de segurança, desencadeando um tiroteio intenso. Identidades confirmadas dos mortos no confronto: Alisson Maciao Carvalho – vulgo “Menor Alisson” Yago Henrique Almeida dos Santos – vulgo “CR7” Paulo Ricardo de Souza Mesquita Edson Ribeiro da Costa Silva Leandro Ribeiro de Castro Ferreira Antônio Ociolando Rodrigues de Menezes Vinicius Gustavo Silva de Souza Os sete suspeitos chegaram a ser socorridos e levados com vida ao Hospital João Paulo II. No entanto, todos morreram em decorrência dos ferimentos causados pelos disparos. Figuras conhecidas no submundo do crime “Menor Alisson” era apontado como um dos principais executores do PCC em Rondônia, envolvido diretamente em assassinatos relacionados à disputa por domínio de áreas estratégicas para o tráfico. Já “CR7” também figurava como nome ativo em execuções e ataques ordenados pela facção.
A polícia ainda não divulgou detalhes completos da operação, mas fontes confirmam que o objetivo era desarticular células da facção que vinham atuando com violência crescente nos bairros periféricos da capital. Região é foco de ações criminosas O bairro Caí N’água, onde ocorreu o confronto, é conhecido por ser uma área de difícil acesso, frequentemente utilizada por organizações criminosas para esconder armamentos e planejar ataques. A presença ostensiva da polícia é parte de uma ofensiva mais ampla para reprimir o avanço do crime organizado na capital. Operação mobilizou forças de segurança Além da Polícia Militar, outras forças de segurança foram mobilizadas para reforçar a ação, incluindo apoio aéreo e tático. Após o confronto, a área foi isolada para a realização da perícia técnica e coleta de provas. Investigações continuam A Polícia Civil já iniciou a apuração dos fatos e busca identificar outros membros da facção que possam ter escapado ou colaborado com o grupo. A expectativa é que novas prisões ocorram nos próximos dias.
Com a morte desses sete suspeitos, a Polícia acredita ter desarticulado temporariamente uma célula ativa do PCC na capital, mas alerta que a guerra por território continua e novas ações serão realizadas. Por Planeta Folha | Redação