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Suspeito de mandar executar ex-companheira com quatro tiros na cabeça é preso em Jaru, RO

José Anderson Matos é investigado como possível mandante do assassinato de Gislaine Claudina Barbosa, de 36 anos. Mulher foi baleada dentro da própria residência e morreu após ser socorrida. Polícia procura outros dois suspeitos.

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Suspeito de mandar executar ex-companheira com quatro tiros na cabeça é preso

A Polícia Civil de Rondônia prendeu, na tarde de sexta-feira, 6 de novembro de 2026, José Anderson Matos, apontado como principal suspeito de ter ordenado o assassinato da ex-companheira, Gislaine Claudina Barbosa, de 36 anos. A vítima foi atingida por quatro disparos de arma de fogo na cabeça, dentro da própria residência, no município de Jaru.

O crime aconteceu na segunda-feira, 2 de novembro, em uma residência localizada na Linha 605. O caso é investigado como possível feminicídio e mobilizou as forças de segurança, que procuram esclarecer a participação dos envolvidos e as circunstâncias do assassinato.

De acordo com informações divulgadas sobre a investigação, testemunhas relataram que dois homens chegaram à residência da vítima utilizando uma motocicleta.

O passageiro desembarcou e, pouco tempo depois, retornou ao veículo. Em seguida, os dois deixaram o local.

Um detalhe considerado importante para a investigação é que, momentos antes do ataque, José Anderson teria sido visto utilizando a mesma motocicleta e apontando em direção à casa de Gislaine.

O relato levantou suspeitas sobre uma possível participação do ex-companheiro no planejamento do assassinato.
Gislaine Claudina Barbosa, foi assassinada com quatro disparos de arma de fogo

Gislaine Claudina Barbosa foi localizada no banheiro da residência, apresentando intenso sangramento na região da cabeça.

Equipes do Corpo de Bombeiros Militar foram acionadas e realizaram os primeiros atendimentos. A mulher chegou a ser encaminhada com vida ao hospital, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos.

Durante os trabalhos periciais, foram recolhidos cartuchos de munição, que passaram a integrar o conjunto de vestígios analisados pelas autoridades.

Após o assassinato, José Anderson chegou a ser conduzido à delegacia. Conforme as informações divulgadas, a medida também teve como objetivo preservar sua integridade física diante da possibilidade de linchamento.

Na ocasião, ele prestou esclarecimentos e foi liberado.

Entretanto, com o avanço das investigações conduzidas pela Polícia Civil, a Justiça decretou sua prisão. O mandado foi cumprido na sexta-feira, dia 6.

A prisão representa um novo desdobramento das investigações, mas não significa que a responsabilidade criminal do suspeito esteja definitivamente comprovada.

As investigações continuam para localizar os outros dois homens suspeitos de participação direta no assassinato: o condutor da motocicleta utilizada na ação e o homem apontado como autor dos disparos.

A motivação do crime e o grau de participação de cada investigado ainda dependem da conclusão dos procedimentos policiais.

O assassinato de Gislaine reforça a gravidade da violência praticada contra mulheres e a necessidade de apuração rigorosa dos crimes



Nelson Salles da Redação

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