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Tarcísio avalia adesão de São Paulo a subsídio do diesel

Sinalização indica possível alinhamento com medida federal para reduzir custos do combustível e seus impactos na economia.

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Subvenção ainda não foi formalizada em medida provisória, mas deve prever alívio de R$ 1,20, dividido entre governo e estado. (Foto: João Valério/Governo de SP)

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), disse que a ideia do governo federal de dividir uma subvenção ao diesel com os estados lhe parece "razoável" e que o estado de São Paulo deve aderir.

"Essa ideia nos parece razoável, e a gente precisa ver como ela vai ser costurada, como vai ser estruturada. Mas, em princípio, a ideia do Estado de São Paulo é fazer adesão", afirmou o governador nesta segunda-feira (30).

A proposta é diferente (e complementar) da subvenção já anunciada, que pretende aliviar os custos ao consumidor final em até R$ 0,32 por litro. A medida deve gerar um custo de até R$ 10 bilhões aos cofres públicos.

Agora, a ideia do Executivo federal é dividir a conta com os estados. A nova subvenção ainda está no campo das declarações de autoridades, sem se transformar em uma medida provisória, mas já foi adiantado que a proposta aos entes federativos será de R$ 0,60 para eles e R$ 0,60 para a União, totalizando R$ 1,20 de subvenção. Estaria atrelada a essa subvenção a parcela que as unidades da federação recebem no Fundo de Participação dos Estados (FPE).

Em pleno ano eleitoral e diante da troca do ministro da Fazenda, o governo federal corre contra o tempo para evitar que a guerra no Oriente Médio impacte significativamente o preço do diesel rodoviário e, com isso, o fluxo do principal modal do país, gerando uma crise que possivelmente impactaria nas urnas.

Por Vinicius Macia



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