
Uma pequena chama, aparentemente inofensiva, pode ser suficiente para provocar um incêndio de grandes proporções. É com esse alerta que o Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia reforça a importância da prevenção às queimadas, especialmente durante os períodos em que o tempo seco facilita a propagação do fogo.
O problema vai muito além da vegetação consumida pelas chamas. As queimadas destroem habitats naturais, atingem animais silvestres, prejudicam a flora e provocam o empobrecimento do solo. Dependendo da intensidade e da região atingida, o fogo também pode avançar sobre propriedades, lavouras e outras estruturas.
Outro impacto sentido diretamente pela população está no ar. A fumaça provocada pelos incêndios compromete a qualidade do ar e pode agravar problemas respiratórios, principalmente entre crianças, idosos e pessoas que já apresentam maior sensibilidade ou doenças respiratórias.
Por isso, a orientação é evitar qualquer comportamento capaz de iniciar um incêndio. Não se deve atear fogo na vegetação, abandonar materiais inflamáveis em áreas de mata ou fazer fogueiras em locais onde exista risco de as chamas saírem de controle.
O alerta também envolve responsabilidade legal. Provocar incêndios e queimadas ilegais pode configurar crime e resultar em multas e outras penalidades previstas na legislação, inclusive prisão, conforme as circunstâncias do caso.
A participação da própria população é considerada fundamental. Ao presenciar uma queimada ilegal ou identificar uma situação que possa colocar pessoas, animais, propriedades ou áreas de vegetação em perigo, a orientação é procurar os órgãos responsáveis e denunciar.
A mensagem dos bombeiros é simples, mas ganha ainda mais importância nesta época do ano: prevenir continua sendo a melhor maneira de evitar que uma pequena chama se transforme em um desastre.
“Queimadas: um risco para todos nós. Previna hoje para proteger o amanhã.”
A campanha é do Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia, que mantém como missão institucional o lema: “Vidas alheias e riquezas a salvar.”
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Nelson Salles da Redação
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