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Sesau esclarece responsabilidades sobre implantação da UTI Neonatal no Hospital Materno Infantil de Cacoal, RO

Secretaria de Estado da Saúde afirma que gestão diária de unidades instaladas em hospitais municipais cabe às prefeituras e destaca necessidade de convênio para repasse de recursos.

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Sesau esclarece responsabilidades sobre implantação da UTI Neonatal no Hospital Materno Infantil de Cacoal, RO

A Secretaria de Estado da Saúde de Rondônia (Sesau), divulgou nesta quarta-feira, 8 de julho, um esclarecimento sobre as responsabilidades relacionadas à implantação e ao funcionamento da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal no Hospital Municipal Materno Infantil de Cacoal. A manifestação ocorre em meio às discussões sobre a estruturação do serviço e o atendimento aos recém-nascidos que necessitam de cuidados intensivos na região.

De acordo com a pasta estadual, embora o Governo de Rondônia participe do financiamento e da estruturação de unidades de terapia intensiva, a gestão cotidiana dos serviços instalados em hospitais municipais é de responsabilidade das respectivas prefeituras. A Sesau ressalta que essa divisão de atribuições está prevista no pacto federativo que rege o Sistema Único de Saúde (SUS).

A secretaria explica que o modelo de financiamento do SUS estabelece responsabilidade compartilhada entre União, estados e municípios, conforme determina a Lei Complementar nº 141/2012. Nesse contexto, o Estado pode prestar apoio técnico e financeiro aos municípios interessados na implantação ou ampliação de leitos de terapia intensiva para adultos, crianças ou recém-nascidos.

Segundo a nota, esse apoio ocorre exclusivamente por meio de convênios formais, observando as exigências do Decreto Estadual nº 26.165/2021. O procedimento prevê a apresentação de plano de trabalho, análise técnica e parecer jurídico da Procuradoria-Geral do Estado antes da liberação de recursos públicos.

A Sesau informou ainda que promoveu reuniões para pactuar responsabilidades relacionadas ao projeto junto ao município, porém não teria recebido retorno necessário para dar continuidade às medidas previstas. A pasta não detalhou quais etapas permanecem pendentes.

Por fim, a Secretaria de Estado da Saúde reafirmou que permanece à disposição para prestar esclarecimentos e colaborar tecnicamente dentro dos limites legais estabelecidos para a participação estadual na implantação e manutenção dos serviços de saúde municipais.



Nelson Salles da Redação O Minuto Notícia – Informação é Poder!


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